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	<title>Grupo Lusoverniz &#187; Móveis e Mercados</title>
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	<description>Tintas e Vernizes Tecnológicos</description>
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		<title>Geração Millennium</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2015 09:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A geração Millennium tem o seu corpo como ponto de partida e como ponto de chegada de qualquer experimentação. O culto da imagem e, consequentemente, do corpo é uma imagem de marca desta geração. Tal explica e, pode ajudar a compreender melhor, o uso tão generalizado, atualmente, de tatuagens e piercings. Esta geração identifica, com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A geração <em>Millennium</em> tem o seu corpo como ponto de partida e como ponto de chegada de qualquer experimentação. O culto da imagem e, consequentemente, do corpo é uma imagem de marca desta geração. Tal explica e, pode ajudar a compreender melhor, o uso tão generalizado, atualmente, de tatuagens e <em>piercings</em>.</p>
<p>Esta geração identifica, com clareza, que as bebidas e o cigarro são as drogas mais consumidas e que são um problema. Percecionam-se como vaidosos, consumistas, acomodados, independentes, impacientes, stressados, bem informados e ousados.</p>
<p>É uma geração para a qual a escola deixou de ser somente uma fonte de transmissão de conhecimento. Dela exigem que seja também uma fonte de transmissão dos valores éticos e morais, aqueles que antes eram transmitidos pela família e pela religião. Atualmente, os alunos passam a maior parte do tempo nas escolas, seja na normal, seja na de línguas ou na de música. Muitos ainda acumulam atividades desportivas e, com isto tudo, passam muito menos tempo com as suas famílias.</p>
<p>O sentimento de solidão é grande, traduzindo-se, não raramente, no aparecimento de sintomas como depressões e fobias, fenómenos que veem sendo constatados pelo consultores e psicólogos estudiosos destas matérias. José Ernesto Bolonha, terapeuta de jovens e assessor em escolas e colégios, vê este surto de modernas doenças como efeito colateral do individualismo típico da nossa época.</p>
<p>Perante tudo isto, cabe à escola dar um novo significado à solidariedade e ao espírito coletivo, tal como afirma Bologna: “É muito clara a transferência de responsabilidade que a sociedade da segunda metade do século XX fez para a escola”. A família socializava a criança, a Igreja moralizava-a, a escola transmitia o conhecimento, a empresa inseria-a no processo produtivo e o estado organizava esse processo. Agora, quase todas essas funções passaram para a escola, os papéis mudaram muito na família.</p>
<p>Em síntese, esta geração, que nasceu entre o início da década de 80 e o ano 2000, tem hoje entre 15 e 35 anos. Muitos são filhos de pais divorciados, tiveram computador antes de experimentarem fumar pela primeira vez, e um telemóvel antes da primeira relação sexual. São narcisistas, multifacetados, inovadores, egocêntricos, ansiosos em permanente crise.</p>
<p>É uma geração individualista, é social e moldada pela tecnologia. Parece menos inclinada para a compra de casa e de carros; tem hábitos de consumo diferentes que estão a obrigar as políticas económicas a adaptarem-se.</p>
<p>Arrendam mais e compram menos ativos fixos, tendo mudado de paradigma que, deixou de ser a posse para passar a ser o acesso, fundamentalmente, por necessidade já que a incerteza do contexto e a precariedade permitem menos compromissos baseados num ciclo de vida estável e cómodo e, por essa razão, estão a influenciar os agentes económicos para novos e difíceis desafios.</p>
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		<title>A Geração Millennium</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 16:54:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na sequência do meu anterior artigo, continuo a abordagem ao tema geração Millennium. &#160; Caminhar em conjunto é, em princípio, mais fácil nesta geração do que na antecedente, dado que, apesar de mais individualistas, estas pessoas estão, à partida, mais disponíveis para trabalhar em equipa. Têm necessidade de se sentir parte integrante de grupos, uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência do meu anterior artigo, continuo a abordagem ao tema geração <em>Millennium</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caminhar em conjunto é, em princípio, mais fácil nesta geração do que na antecedente, dado que, apesar de mais individualistas, estas pessoas estão, à partida, mais disponíveis para trabalhar em equipa.</p>
<p>Têm necessidade de se sentir parte integrante de grupos, uma vez que proveem, maioritariamente, de famílias pequenas com poucos ou sem irmãos.</p>
<p>A geração Millennium cresceu com a tecnologia. É comum terem os seus quartos cheios de aparatos tecnológicos. Foram criados em escolas e creches cercadas de segurança e grades. São e/ou foram crianças que viajam com telemóveis e que têm acesso à internet. Os jovens da GM são pessoas que acreditam no seu potencial de trabalho, dedicam-se, significativamente, a progredir e estão sempre prontos a investir cada vez mais em si. São jovens muito exigentes consigo mesmo, com a sua aparência, com o conhecimento, com os valores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O seu maior desafio é a inserção no mercado de trabalho. Isto assusta-os bastante, dado o alto índice de desemprego e a crise económica atuais. E esta falta de perspectiva profissional gera insegurança e ansiedade.</p>
<p>Estes jovens receiam não conseguir uma boa colocação no mercado e de não conseguir manter-se, nem manter o padrão de vida que os seus pais lhes deram.<br />
A GM é uma geração que demora a sair de casa dos pais, investe muito na sua carreira e tem o sonho de construir uma família, mas sempre numa perspectiva futura, sem um projeto muito concreto, à semelhança do que acontece com a sua carreira.</p>
<p>No plano pessoal, temem o futuro já que, para eles, a realidade atual se apresenta caótica e violenta.</p>
<p>Por um lado, mostram-se, frequentemente, rígidos em relação a padrões de conduta. No extremo oposto, são pessoas absolutamente sem limites, sem rumo e sem valores éticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A GM é uma geração criada por pais que viveram a grande repressão da ditadura militar. Estes pais -geração X- foram criados por progenitores que exerciam o direito da paternidade com regras estabelecidas e rígidas, com grande exigência ao nível do seu cumprimento.</p>
<p>A geração X, enquanto jovens, desejava sair da casa dos seus pais e ter sua independência. Contrariamente, os jovens da geração <em>Millennium</em> preferem usufruir do bónus que a facilidade da casa dos pais proporciona.</p>
<p>Esta geração é ciosa dos seus direitos, mais do que obrigações e responsabilidades.</p>
<p>Aos 10 anos já fazem piadas sexuais. A primeira relação sexual acontece por volta dos 16 anos e, um em cada dez jovens, não se previne durante o sexo.</p>
<p>Nesta geração, a vida privada perde fronteiras, surgem inúmeros sites de relacionamento – <em>Twitter, Facebook, Instagram</em>.</p>
<p>Mantêm relações com o mundo, mantém amizades por anos, sabem da vida uns dos outros. Falam com o mundo todo ao mesmo tempo, as informações e a comunicação são rápidas, eficientes, curtas e acessíveis a todos. O contato interpessoal é muito fácil mas, quase sempre, superficial.<br />
Entre as pessoas desta geração, o virtual ganha grandes dimensões, perdendo-se o palpável, a dimensão pessoal duradoura. A dimensão temporal é, maioritariamente, o aqui e o agora, prevalecendo o imediatismo, em detrimento do futuro, muito distante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Termina no próximo artigo.</p>
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		<title>A Geração Millennium</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 10:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caminhar em conjunto e vencer as adversidades com menor dificuldade, aumentado a eficácia, parece ser a única forma de ter sucesso no atual contexto de mercado. As sinergias, a divisão das tarefas e a divisão da responsabilidade afiguram-se como sendo a fórmula de sucesso a adotar. Para tal, torna-se, em primeiro lugar, necessário perceber, não [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Caminhar em conjunto e vencer as adversidades com menor dificuldade, aumentado a eficácia, parece ser a única forma de ter sucesso no atual contexto de mercado. As sinergias, a divisão das tarefas e a divisão da responsabilidade afiguram-se como sendo a fórmula de sucesso a adotar.</p>
<p>Para tal, torna-se, em primeiro lugar, necessário perceber, não somente o contexto, mas também, na generalidade, as pessoas que dele fazem parte. Uma parte significativa das pessoas &#8211; as promessas, aqueles em quem a sociedade, de um modo geral, deposita a esperança de poderem construir um futuro sustentável é a chamada geração Millennium.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A esse propósito, partilho com os leitores o resumo de um artigo que me chegou de um dos meus colaboradores:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A geração Millennium compreende os nascidos nos anos 80 e 90, também conhecidos como geração Y. O nome Millennium surgiu de uma pesquisa americana, em que os jovens escolheram como gostariam de ser conhecidos, nomeando-se assim uma vez que querem fazer notar a sua grandiosidade por comparação com a grandiosidade do mundo global, próximo e muito tangível que os rodeia.</p>
<p>Por outro lado, esta geração recusa ser considerada como uma geração de continuidade da geração X, que os antecede. A geração X é composta pelos nascidos entre os anos 60 e início dos anos 80. São pessoas que viveram momentos políticos importantes: a Guerra Fria e a queda do muro de Berlim. Viveram na época de grandes estadistas como: Mikhail Gorbatchov, Ronald Reagan e Margaret Thatcher. E foi uma geração marcada por acontecimentos de grande magnitude como o aparecimento da sida em 1981.</p>
<p>Estes e outros factos vividos, contribuíram para que a geração X traga em si sentimentos de desesperança, quer em relação ao planeta, quer em relação à humanidade, tendo provocado também grandes mudanças no que diz respeito ao comportamento nas relações interpessoais e, consequentemente, nas questões de preconceitos da sua geração em relação à geração posterior.</p>
<p>Tendo deixado algumas heranças desastrosas como, por exemplo, a deterioração do planeta, deixou também a democracia e a liberdade de expressão.</p>
<p>É uma geração que privilegia a juventude, gosta de sentir-se jovem embora o tempo tenha passado para ela. Devido aos avanços da ciência, nomeadamente aos da medicina, a geração X tem uma longevidade maior e com mais saúde, o que, frequentemente, os leva a rivalizar com os seus filhos, frequentando os seus ambientes, mantendo a onda deles, tentando igualar-se em vários aspetos e comportamentos. São os chamados <em>adultecentes</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A geração Millennium ou Y são depositários de grandes expectativas dos seus pais, tiveram grandes investimentos, com aulas para tudo, numa tentativa desses pais os prepararem para enfrentar o mundo com melhores condições. Não conhecem a ditadura nem a inflação galopante, mas vivem um panorama de grande incerteza em relação ao futuro.</p>
<p>É a geração da internet, da variedade, das tecnologias que mudam continua e vertiginosamente. São pessoas com pressa, tudo na sua vida tem que ser rápido. Trata-se de uma geração que nasceu com o computador e que cresceu com ele e com as evoluções tecnológicas. São fascinados e dominam as novas tecnologias. Acompanham, perfeitamente, tudo com rapidez e segurança. São otimistas e mais animados em relação ao mundo em que vivem do que as gerações anteriores. Acreditam que conseguirão fazer mais coisas pelo seu planeta, pelo meio-ambiente. Culpam a geração antecessora pelo lixo herdado, em todos os sentidos: ambiental, televisivo… Porém, frequentemente, usufruem com prazer desses lixos que condenam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Continua no próximo artigo…</p>
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		<title>CAMINHAR EM CONJUNTO</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 17:35:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Perceber a importância da responsabilidade e do planeamento nas organizações e, praticá-las de forma emprenhada e permanente, não é fator suficiente para se atingir o sucesso. À velocidade a que o mundo hoje muda, só é possível atingir o sucesso praticando de forma sistemática o trabalho de equipa. Trabalhar em equipa é, frequentemente, confundido com: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Perceber a importância da responsabilidade e do planeamento nas organizações e, praticá-las de forma emprenhada e permanente, não é fator suficiente para se atingir o sucesso.</p>
<p>À velocidade a que o mundo hoje muda, só é possível atingir o sucesso praticando de forma sistemática o trabalho de equipa. Trabalhar em equipa é, frequentemente, confundido com: “ trabalhar em conjunto”, “trabalhar com outros”, “prazer em estar no mesmo espaço com outros”, ”ser empático com aqueles que trabalham comigo”, “ter uma boa e sã convivência”, “não discutir muito para não me aborrecer”, “discutir muito, porque da discussão nasce a luz”, “fazer valer a minha opinião, porque isso me dá prazer”, “não dar a minha opinião, para não fazer inimigos”, “compartir as tarefas operacionais”&#8230;</p>
<p>Todas estas definições são parcialmente válidas. Umas mais próximas da realidade que outras; no entanto, somente definem parte daquilo que é de facto o trabalho de equipa.</p>
<p>Como já referi anteriormente, o homem decidiu viver em comunidade para repartir responsabilidades. Sendo a responsabilidade uma atitude individual, é, exatamente, o trabalho de equipa a forma mais eficaz de exponenciar o resultado das ações que resultam de planos de trabalho, que derivam de objetivos definidos, discutidos e acordados pela equipa.</p>
<p>A probabilidade de sucesso na concretização dos objetivos que emanam do grupo é exponenciada, quando comparada com aquela que é obtida na concretização de objetivos e planos individuais.</p>
<p>O trabalho de equipa é, portanto, na minha opinião, a única forma que as pessoas, as organizações, os países e o mundo têm para gerar sustentabilidade e seguir evoluindo de forma equilibrada, segura e geradora de valor.</p>
<p>Trabalhar em equipa, liderar, moderar, participar, colaborar, gerar consenso, assumir responsabilidade, obter consenso na diversidade das opiniões e nas diferentes formas de abordagem do problema obriga os seus elementos constituintes a terem presente vários fatores dinamizadores e geradores de equilíbrio.</p>
<p>Esta complexa temática, que abordarei a partir de agora e em alguns dos meus próximos artigos, tem toda a conveniência em ser objeto de profunda e dinâmica reflexão. Nas minhas relações laborais com outros países, noto que a objetividade, o pragmatismo, a disciplina e o estabelecimento de fronteiras claras entre a relação pessoal e laboral, em países como a Alemanha, os EUA, etc., produzem, inquestionavelmente, mais valor e maior sustentabilidade nas organizações.</p>
<p>A subjetividade, a confusão, o porreirismo, a irresponsabilidade e a falta de ética são, por outro lado, atitudes que levaram a europa do sul a encontrar-se na situação dramática em que está, encontrando-se, atualmente, a lutar desesperadamente contra a corrupção, o caos e a desordem, num momento em que deveria estar focada na geração de valor sustentável.</p>
<p>Nos meus próximos artigos escreverei sobre trabalho de equipa em ambiente laboral e os correspondentes fatores críticos de sucesso.</p>
<p>Até lá!</p>
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		<title>Planeamento</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2014 00:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após ter falado, no meu último artigo, sobre a transferência de responsabilidade, adiciono algumas notas sobre o planeamento, em específico. Na generalidade, o planeamento pode ser dividido em três níveis: o planeamento estratégico, o planeamento tático e o planeamento operacional. O planeamento estratégico é um processo que diz respeito à formulação de objetivos para a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após ter falado, no meu último artigo, sobre a transferência de responsabilidade, adiciono algumas notas sobre o planeamento, em específico. Na generalidade, o planeamento pode ser dividido em três níveis: o planeamento estratégico, o planeamento tático e o planeamento operacional.</p>
<p>O planeamento estratégico é um processo que diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação, bem como a sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e a evolução esperada. Este processo, da autoria e responsabilidade da administração ou gerência das empresas, deve encerrar premissas básicas a respeitar, para que toda a estratégia tenha coerência e sustentabilidade no curto, médio e longo prazo.</p>
<p>De uma forma mais genérica, o planeamento estratégico indica o quê e de que forma deve ser executado, para poderem ser concretizados, os objetivos que a administração de uma empresa deseja atingir.</p>
<p>O planeamento tático, que se realiza no nível intermédio da organização, trata, entre outras coisas, de alocar os recursos necessários para fazer face aos desafios estratégicos, desdobrando os objetivos institucionais em objetivos departamentais.</p>
<p>O planeamento operacional é a formalização dos objetivos e procedimentos a seguir, principalmente, através de documentos escritos das metodologias de desenvolvimento e implantações estabelecidas, sendo desenvolvido pelos operacionais da organização. Consiste, basicamente, em estabelecer o que fazer, quando fazer, como fazer, por quem, com que sequência e em que prazos.</p>
<p>Os procedimentos para a elaboração de um plano operacional são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Análise dos objetivos – Quais os objetivos a atingir com este plano operacional</li>
<li>Planeamento do uso do tempo – Habitualmente é elaborado um cronograma para facilmente se visualizar a evolução do plano.</li>
<li>Planeamento dos recursos – Quais os recursos necessários para realizar este plano &#8211; recursos técnicos, financeiros, equipamentos, máquinas, edifícios e recursos humanos.</li>
<li>Avaliação dos riscos</li>
<li>Elaboração de um plano B – o que fazer caso o primeiro plano traçado não permita cumprir os objetivos definidos</li>
</ul>
<p>O planeamento, nomeadamente o estratégico, é essencial para que as empresas possam ser sustentáveis, sendo frequente ouvirmos empresários observarem: “a minha estratégia para este ano é&#8230;”</p>
<p>Acontece que, na maioria dos casos, esta estratégia não chega a sair da sua cabeça e, consequentemente, não é concretizada em planos táticos e operacionais. Desta forma, a probabilidade das coisas correrem pelo pior é muito elevada, arrastando pessoas e processos para conflitos operacionais permanentes, retirando eficácia à organização e exponenciando a possibilidade de queda no abismo.</p>
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