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	<title>Grupo Lusoverniz &#187; joseferraz; rikor; lusoverniz</title>
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	<description>Tintas e Vernizes Tecnológicos</description>
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		<title>Implementar 4.0  &#8211; COMPETÊNCIAS EMPRESARIAIS NECESSÁRIAS &#8230;gestão, qualidade e formação contínua.</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jul 2017 08:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Independentemente da sua atividade, as empresas, hoje, competem na cena internacional. Não conheço nenhuma atividade que não tenha concorrência de outros países, até mesmo um bem não transacionável como a energia já tem concorrência estrangeira. Com a internet das coisas, este cenário é ainda mais evidente, por essa razão, desenvolver competências 4.0 é inevitável. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Independentemente da sua atividade, as empresas, hoje, competem na cena internacional. Não conheço nenhuma atividade que não tenha concorrência de outros países, até mesmo um bem não transacionável como a energia já tem concorrência estrangeira.</p>
<p>Com a internet das coisas, este cenário é ainda mais evidente, por essa razão, desenvolver competências 4.0 é inevitável. A realidade da maioria das empresas Portuguesas está ainda muito aquém do que é, minimamente, necessário para percorrer esta viagem. A boa notícia é que, feita a tomada de consciência, os Portugueses costumam ter uma habilidade rara para percorrer mais rapidamente novos caminhos. A vontade, a crença e a capacidade inventiva, “o improviso” que lhes é característico, são os <em>drivers</em> que os impulsionam para diante quando já ninguém mais parece acreditar que são capazes de lá chegar.</p>
<p>As principais competências centrais para iniciar a aventura 4.0 são:</p>
<p><strong>Gestão</strong> (financeira, pessoas, produção, vendas, fiscal, administrativa, patrimonial&#8230;):</p>
<p>Na atividade empresarial, o aventureirismo já não produz valor e, se tal acontece esporadicamente, não tem qualquer tipo de sustentabilidade. O mercado, atualmente, oferece sistemas de gestão integrada absolutamente eficazes e baratos. Não se justifica que a empresa, independentemente do seu tamanho, não possua um em funcionamento.</p>
<p>Em resumo, um profissional competente em finanças, contabilidade, economia ou gestão e um ERP eficaz, são condição necessária para arrancar para o 4.0.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qualidade, certificação, melhoria contínua:</strong></p>
<p>A adoção de um Sistema de Gestão da Qualidade e a correspondente certificação, deve ser uma decisão estratégica e voluntária da organização. A penetração em novos mercados, ou manutenção dos existentes, o aumento da confiança, interna e externa, os adequados métodos de trabalho a reorganização da empresa, a contínua motivação dos colaboradores, o prestígio da empresa, o maior e mais adequado controlo dos custos de não qualidade, o aumento da satisfação dos clientes, o reconhecimento internacional e a possibilidade de ser incluído na lista de empresas líderes do mercado mundial, dependem da adoção de um sistema de gestão de qualidade. Nenhuma empresa pode aspirar a cumprir com o objetivo “zero defeitos” da indústria 4.0 se não tiver implementado um sistema de gestão de qualidade.</p>
<p><strong>Formação contínua:</strong></p>
<p>É impossível governar uma empresa que não acompanha o desenvolvimento do mercado num contexto em que a velocidade a que a informação circula permite o desenvolvimento muito acelerado de novos conhecimentos em qualquer empresa que tenha vontade e empenho em competir.</p>
<p>Independentemente do seu tamanho, uma empresa capaz de recolher e selecionar de forma adequada a informação que se encontra abundantemente disponível na internet, pode, em pouco tempo, e com poucos recursos, competir com pares de muito maior dimensão e com custos de estrutura muito mais pesados podendo habilitar-se a vencer as sucessivas batalhas de mercado que se lhe colocam pela frente, mesmo sem a notoriedade que a dimensão e os anos de relação com clientes parece assegurar às maiores e mais antigas estruturas.</p>
<p>Nunca, como hoje, sucumbiram tantas empresas. Segundo a S&amp;P 500 a vida média das empresas passou de 64 anos nos anos 20 para 15 anos em 2014.</p>
<p>Implementar de imediato um sistema de formação contínua, capaz e bem articulado, é essencial para preparar a organização para as necessidades de conhecimento diversificado e continuado que a indústria 4.0 exige. Um sistema assim, é de tal forma dinâmico que encerra, em si mesmo, uma competência <em>core</em> da organização. Esta competência que consiste em ser capaz de questionar, constantemente, a forma como se faz e, consequentemente, poder encontrar caminhos para fazer melhor recorrendo a novos conhecimentos, que a levam a novas metodologias e processos de execução, permite à organização tornar-se hábil a melhorar continuamente o seu <em>know-how</em>.</p>
<p>Quebrar paradigmas e aceitar novos exige treino e uma atitude de mudança que desafia os individuos a perderem o medo de sair da sua zona de conforto. Esta é, em si mesmo, uma atitude que pode ser ensinada e treinada.</p>
<p>“Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio, e eis que a verdade me é revelada. Albert Einstein.”</p>
<p>Continua&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>IMPLEMENTAR 4.0 COM HUMILDADE, DESENVOLVER NOVAS COMPETÊNCIAS</title>
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		<pubDate>Fri, 05 May 2017 08:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Recordo o último parágrafo do anterior artigo: “O principal desafio de hoje é o tempo de preparação. Ele é mais curto do que nunca pois a evolução das coisas é muito rápida. Nunca os ciclos de vida dos produtos novos foram tão curtos, nunca a concorrência foi tão grande, tão universal e tão rápida.” [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Recordo o último parágrafo do anterior artigo:</p>
<p>“O principal desafio de hoje é o tempo de preparação. Ele é mais curto do que nunca pois a evolução das coisas é muito rápida. Nunca os ciclos de vida dos produtos novos foram tão curtos, nunca a concorrência foi tão grande, tão universal e tão rápida.”</p>
<p>Para fazer face a esta nova dinâmica, após ter escolhido a equipa capaz de poder acompanhá-lo, o empresário necessita de dedicar tempo à sua própria preparação. Pois acompanhar a variedade de competências da equipa formada, poder decidir relativamente às ações a implementar nos momentos chave e estabelecer as prioridades, exige de si competências que quiçá tenha que adquirir. Alguns exemplos: funcionamento do ciberespaço, automatização de processos produtivos com zero defeitos, sensorização, comunicação, monitorização, interoperabilidade de <em>softwares</em> e de sistemas computacionais, comunicação em rede, gestão do conhecimento interno da empresa e da sua relação com o mercado, comunicação mobile, internet das coisas, gestão e economia circular, etc. são conhecimentos e competências indispensáveis para podermos hoje entender de forma rápida e eficiente o funcionamento do mercado.</p>
<p>O gosto por aprender, bem como uma enorme humildade, são absolutamente essenciais para que esta aprendizagem seja possível. Quando falo em humildade refiro-me àquela, cujo sentido vem do latim humilitas, definida como a virtude que consiste em conhecer as suas próprias limitações e fraquezas e agir de acordo com essa consciência. Refiro-me, em concreto, à qualidade daqueles que não tentam projetar-se sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas. Refiro-me à virtude que nos dá o sentimento exato do nosso bom senso ao avaliarmos a nossa pessoa em relação às outras acreditando nelas e nas suas capacidades. Ser perseverante, dedicado e acreditar nas capacidades dos colaboradores, levando-os a aprender e a alinharem-se com a estratégia da organização, servindo o seu propósito e aplicando nela as suas melhores e mais adequadas competências é essencial, não só para poder aprender e evoluir individualmente, mas também para poder levar a organização a ganhar a autoconfiança coletiva que lhe permite tomar, continuadamente, decisões certas diminuindo drasticamente as erradas.</p>
<p>Recordo aquilo que referi há três artigos atrás a propósito de sucesso:</p>
<p><strong>Sucesso= Habilidade x Esforço </strong></p>
<p>Muitos dos empresários foram bem-sucedidos nas suas organizações porque aplicaram grande esforço e dedicação às suas habilidades e com isso levaram as suas empresas ao sucesso, arrastando consigo os funcionários que os quiseram seguir. O Mercado de hoje muda tão rapidamente que cria nas empresas necessidade de pessoas que muito para lá de serem bons seguidores, devem ser capazes de fazer acontecer pois o empresário sozinho já não é suficiente.</p>
<p>Todas as grandes empresas começaram por ser pequenas. A maioria surgiu de uma ideia ou de uma necessidade pessoal e todas tiveram por trás um criador, normalmente um empreendedor, com uma grande capacidade de trabalho disposto a correr riscos catapultando a sua empresa rapidamente para a ribalta.</p>
<p>Hoje continua a ser necessário o mesmo arrojo e coragem para arrancar, mas cada vez mais é necessário constituir, logo no início, equipas multidisciplinares capazes de emprestar a capacidade de dar continuidade ao projeto.</p>
<p>O mundo está a mudar tanto e a uma tal velocidade que são necessárias novas competências para o acompanhar. Isso exige requalificação e novas competências nas pessoas e, por consequência, também dos próprios empresários.</p>
<p>Estar humildemente disposto a reaprender, em nada diminui a pessoa, pelo contrário, enaltece e dignifica o ser humano.</p>
<p>CONTINUA&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
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