<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Grupo Lusoverniz</title>
	<atom:link href="http://www.lusoverniz.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.lusoverniz.pt</link>
	<description>Tintas e Vernizes Tecnológicos</description>
	<lastBuildDate>Fri, 31 Jul 2020 16:34:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=4.2.1</generator>
	<item>
		<title>Paixão pela madeira&#8230;</title>
		<link>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira/</link>
		<comments>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 13:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos publicados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lusoverniz.pt/?p=4602</guid>
		<description><![CDATA[A madeira é um material renovável cujas propriedades físico-mecânicas e anatómicas a tornam um material muito versátil. Quando comparada com outros materiais, nomeadamente o betão, o plástico, o aço ou o alumínio, a madeira apresenta uma série de vantagens: a beleza e a alta resistência mecânica, bem como um baixo consumo energético no seu processamento, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A madeira é um material renovável cujas propriedades físico-mecânicas e anatómicas a tornam um material muito versátil. Quando comparada com outros materiais, nomeadamente o betão, o plástico, o aço ou o alumínio, a madeira apresenta uma série de vantagens: a beleza e a alta resistência mecânica, bem como um baixo consumo energético no seu processamento, uma vez que é fácil de trabalhar e moldar. Os seus principais constituintes são: a lenhina &#8211; 20 a 28%, a celulose &#8211; 70 a 75% e os extratáveis (taninos, gorduras&#8230;) &#8211; 3 a 5%.</p>
<p>À semelhança de outros materiais, também a madeira sofre degradação específica por ação dos agentes atmosféricos e ambientais. Não obstante, as suas excelentes propriedades isolantes térmicas, bem como a resistência à corrosão por agentes salinos, tornam-na o material de eleição para uso em ambientes marítimos.</p>
<p>A madeira e seus derivados são sensíveis não só aos raios ultravioleta do sol e ao desgaste por abrasão da chuva e dos ventos, mas também aos ataques dos microrganismos e insetos. Quando a madeira é sujeita a elevada exposição solar, seja direta ou indiretamente, por exemplo através de vidros, fica sujeita a uma acelerada mudança da sua estrutura, sendo mais acentuada no exterior, pois à ação do sol acrescenta-se a do vento e a das chuvas.</p>
<p>É a lenhina o componente da madeira que lhe confere rigidez, impermeabilidade e resistência aos ataques de fungos e algas. Não sendo devidamente protegida, como produto natural que é, a lenhina e, consequentemente, a madeira envelhecem, perdendo propriedades tanto estéticas, como mecânicas.</p>
<p>A degradação da lenhina torna-se visível quando um subproduto da reação, de cor cinzenta, se começa a manifestar. Os raios ultravioleta emitidos pela luz solar são um dos responsáveis por esta transformação que vai mudando a cor da madeira para um tom acinzentado que, continuando por tratar, acaba em decomposição. Existem, como referimos mais à frente, formas de a proteger contra este dano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O caruncho, as térmitas e outros xilófagos são também sérios agentes destruidores da madeira. Estes insetos nutrem-se basicamente de celulose e, como tal, atacam a madeira muito no seu interior. De tal forma, que a sua presença dificilmente é percebida e embora o exterior permaneça intacto, o interior poderá estar quase integralmente destruído.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O pior ambiente para a madeira é aquele que conjuga sol, vento e chuva com ataques por xilófagos. Contudo, existem madeiras que têm uma maior capacidade natural de resistir, quer aos ataques dos agentes atmosféricos, quer aos dos xilófagos. No grupo das mais resistentes encontram-se, entre outras, as madeiras de afzélia, ipê, tatajuba, jatobá, riga, cedro, teca e kambala escura. Para a utilização em carpintaria interior e mobiliário, excetuando os soalhos, raramente se empregam madeiras resistentes a intempéries, sendo as mais usadas, e sofrendo a influência de tendências de moda: o carvalho, a nogueira, a faia, a cerejeira, o mógno e tantas outras espécies, ora em maciço, ora em derivados aglomerados ou folheados.</p>
<p>Uma visita a um motor de busca na internet revela ampla informação sobre os diferentes tipos de espécies e suas aplicações, quer no interior, quer no exterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em suma, a madeira e os seus derivados são materiais sustentáveis e de baixa pegada de carbono. São materiais nobres, quentes e duráveis, facilmente moldáveis e, por isso, requerem baixo consumo energético na sua transformação.</p>
<p>Como qualquer outro material natural, a madeira exige cuidados e proteção que, sendo bem feitos, podem prolongar a sua vida durante séculos.</p>
<p>A proteção, o embelezamento, a alteração de cor dos diferentes tipos de madeiras, bem como, em particular no caso das de exteriores, a sua proteção contra as intempéries, os fungos, as algas e os xilófagos podem ser feitos com diferentes tipos de tratamentos químicos e físicos, manuais ou industriais, que facilmente se aplicam.</p>
<p>Sobre os produtos disponíveis, bem como, as suas diferentes e adequadas formas de aplicação, iniciaremos um conjunto de variadas partilhas e conselhos a partir do meu próximo artigo.</p>
<p>Fiquem bem!</p>
<p>Estamos Juntos!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Começar de novo</title>
		<link>http://www.lusoverniz.pt/comecar-de-novo/</link>
		<comments>http://www.lusoverniz.pt/comecar-de-novo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 14:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos publicados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lusoverniz.pt/?p=4588</guid>
		<description><![CDATA[Para quem tem empresas, fora do setor alimentar e da saúde, o momento é critico. Saber reagir de forma assertiva é absolutamente crucial e, tal, continua a dar muito trabalho e muito desgaste mental e emocional. Todos, mas mesmo todos, sem exceção, que são conscientes, e ainda mentalmente sãos, estão estupefactos com o que está a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="s6"><span class="s5">Para quem tem empresas, fora do setor alimentar e da saúde, o momento é critico. Saber reagir de forma assertiva é absolutamente crucial e</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> tal</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> continua a dar muito trabalho e muito desgaste mental e emocional. </span><span class="s5">Todos, mas mesmo todos</span><span class="s5">, sem exceção, que são</span><span class="s5"> conscientes</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> e ainda </span><span class="s5">mentalmente </span><span class="s5">sãos</span><span class="s5">, estão</span><span class="s5"> estupefactos com o que está a acontecer ao mundo.</span><span class="s5">O </span><span class="s5">Covid</span><span class="s5"> 19 apanhou-nos de surpresa</span><span class="s5">…</span><span class="s5"> Independentemente da condição soc</span><span class="s5">ial e económica de cada um, esta</span><span class="s5">data ficará registada na história mundi</span><span class="s5">al e terá uma marca de tal forma</span><span class="s5"> marcante</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> que durante muitas gerações será relembrada e fará parte</span><span class="s5"> para todo o sempre</span><span class="s5"> dos compêndios de história de todos os sistemas de ensino do planeta.</span><span class="s5">Estamos a reaprender como é importante o contacto humano, mas também a constatar o quanto temos perdido das maravilhas que a vida mais próxima da família nos proporciona.</span><span class="s5">Estamos a habituar-nos às videoconferências e percebemos de imediato que a presença</span><span class="s5"> das pessoas nos faz falta</span><span class="s5">… O</span><span class="s5"> t</span><span class="s5">oque, o sorriso, o cheiro</span><span class="s5">, os gestos</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> o tom</span><span class="s5"> real </span><span class="s5">da voz, </span><span class="s5">toda a linguagem não </span><span class="s5">verbal vivida</span><span class="s5"> nas reuniões presenciais</span><span class="s5"> sem “arrastos digitais</span><span class="s5">”,</span><span class="s5"> interrupções e </span><span class="s5">ruídos</span><span class="s5">…</span> <span class="s5">e</span><span class="s5"> continuamos a trabalhar muito para fazer face a esta inesperada situação e ao seu incógnito resultado, mas </span><span class="s5">questionamos se não deveríamos viver um ritmo mais humano, mais equilibrado, mais saudável…</span><span class="s5">O espírito empreendedor e</span><span class="s5">, consequentemente, </span><span class="s5">c</span><span class="s5">riativo não </span><span class="s5">permite</span><span class="s5"> parar</span><span class="s5">, </span><span class="s5">deixar de </span><span class="s5">pensar em novos projetos e negócios, de traçar cen</span><span class="s5">ários sobre o futuro </span><span class="s5">e</span><span class="s5"> nas apostas possíveis, </span><span class="s5">mesmo estando pera</span><span class="s5">nte um</span><span class="s5"> completo e desconhecido</span><span class="s5"> mercado que aí vem</span><span class="s5">…</span><span class="s5"> Um mercado que nascerá de um n</span><span class="s5">ovo tipo de consumidor, mais receoso e</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> quiçá</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> com menos necessidade de coisas</span><span class="s5"> s</span><span class="s5">upérfluas. Um mercado</span><span class="s5"> onde</span><span class="s5">,</span> <span class="s5">provavelmente, </span><span class="s5">o </span><span class="s5">teletrabalho se tornará </span><span class="s5">uma realidade mais significativa, pois as </span><span class="s5">pessoas</span><span class="s5"> que podem trabalhar a partir de </span><span class="s5">casa custam menos, são mais produtivas e </span><span class="s5">mais felizes,</span><span class="s5"> podendo estar mais presentes no seu</span><span class="s5"> espaço família. </span><span class="s5">Consequentemente,</span><span class="s5"> p</span><span class="s5">erdem menos temp</span><span class="s5">o a deslocar-se e</span> <span class="s5">poluem menos</span><span class="s5">. </span><span class="s5">T</span><span class="s5">u</span><span class="s5">do isto </span><span class="s5">tende para </span><span class="s5">um novo tipo de com</span><span class="s5">é</span><span class="s5">rcio, onde</span><span class="s5"> a entre</span><span class="s5">g</span><span class="s5">a ao domicílio</span> <span class="s5">será</span><span class="s5"> um negócio crescente</span><span class="s5"> e</span><span class="s5"> as vendas online </span><span class="s5">também, </span><span class="s5">provocando</span><span class="s5"> uma mudança n</span><span class="s5">a forma de trabalhar das fábricas</span><span class="s5"> e</span><span class="s5"> de toda a economia em geral.</span><span class="s5">Im</span><span class="s5">agino um mundo mais receoso em</span><span class="s5"> viajar e sair de casa, pelo menos enquanto não for descoberta e estiver em prática a vacina con</span><span class="s5">tra este vírus e</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> como tal</span><span class="s5">,</span><span class="s5"> um mercado a voltar a crescer de forma muito lenta.</span><span class="s5">É bem possível </span><span class="s5">que o</span><span class="s5"> se</span><span class="s5">tor do mobiliário e carpintaria tenha</span><span class="s5"> que </span><span class="s5">se </span><span class="s5">readapta</span><span class="s5">r, sendo que a probabilidade de crescer existe, dado que </span><span class="s5">as pessoas,</span><span class="s5"> ao </span><span class="s5">viver</span><span class="s5">em </span><span class="s5">mais em casa e</span> <span class="s5">mais a casa</span><span class="s5">, necessitarão de a tornar mais confortável e mais versátil, de a remode</span><span class="s5">lar e </span><span class="s5">de a </span><span class="s5">readaptar</span><span class="s5">. </span><span class="s5">A concretizar-se, tal, seria bom para </span><span class="s5">todos os</span><span class="s5"> que vivemos</span><span class="s5"> deste sector. </span><span class="s5">Fazendo uma pausa, parece-me que</span><span class="s5"> momento atual</span> <span class="s5">é </span><span class="s5">um</span><span class="s5"> momento da persistência </span><span class="s5">e de</span><span class="s5"> resiliência</span><span class="s5">, de s</span><span class="s5">aber sofrer, </span><span class="s5">de saber</span><span class="s5"> acreditar e </span><span class="s5">de </span><span class="s5">continuar a preparar</span><span class="s5"> planos que nos permitam estar prontos para a retoma que </span><span class="s5">virá</span><span class="s5">. </span><span class="s5">Como todos estamos numa transição bastante acelerada, que não passa apenas por trabalhar de forma remota, mas também por alterar hábitos pessoais, </span><span class="s5">profissionais e familiares, aproveito para partilhar convosco </span><span class="s5">um poema que me enviou um amigo</span><span class="s5">.</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">And</span><span class="s5"> people stayed home</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> read books and listened</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> rested and exercised</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> made art and played</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> learned new ways of being</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> stopped</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> listened deeper</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">someone</span><span class="s5"> meditated</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">someone</span><span class="s5"> prayed</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">someone</span><span class="s5"> danced</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">someone</span><span class="s5"> met their shadow</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> people began to think differently</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> people healed</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> in the absence of people who lived in ignorant ways,</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">dangerous</span><span class="s5">, meaningless and heartless,</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">even</span><span class="s5"> the earth began to heal</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> when the danger ended</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> people found each other</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">grieved</span><span class="s5"> for the dead people</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> they made new choices</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> dreamed of new visions</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> created new ways of life</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">and</span><span class="s5"> healed the earth completely</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">just</span><span class="s5"> as they were healed themselves.</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E as pessoas ficaram em casa</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E leram livros e ouviram</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E descansaram e fizeram exercício</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E fizeram arte e jogos</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E aprenderam novas formas</span><span class="s5"> de ser</span><span class="s5">/estar</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E pararam</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E passaram a ouvir mais</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">Alguns meditaram</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">Alguns rezaram</span></p>
<p class="s11"><span class="s5">Alguns dançaram</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">Alguns conheceram a sua sombra</span></p>
<p class="s12"><span class="s5">E as pessoas começaram a pensar de forma diferente</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E então as pessoas ficaram curadas.</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E deixaram de viver uma vida de perigosa ignorância</span><span class="s5">,</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">S</span><span class="s5">em sentido e sem coração</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">Até a Terra </span><span class="s5">se </span><span class="s5">começou a curar.</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E quando o perigo acabou</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E as pessoas se reencontraram</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">Choraram pelos mortos</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E tomaram novas decisões.</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E sonharam novas visões</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E criaram novos modos de vida.</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E curaram completamente a Terra</span></p>
<p class="s9"><span class="s5">E também elas </span><a name="_GoBack"></a><span class="s5">estavam curadas</span><span class="s5">.”</span></p>
<p class="s6"><span class="s10"></span></p>
<p class="s6"><span class="s5">Tudo vai correr bem!</span></p>
<p class="s6"><span class="s5">Até já</span><span class="s5">!</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lusoverniz.pt/comecar-de-novo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Paixão pela madeira&#8230; Bela, natural, prodigiosa, imprevisível e cálida&#8230; Ambientalmente sustentável</title>
		<link>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira-bela-natural-prodigiosa-imprevisivel-e-calida-ambientalmente-sustentavel/</link>
		<comments>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira-bela-natural-prodigiosa-imprevisivel-e-calida-ambientalmente-sustentavel/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 11:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos publicados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lusoverniz.pt/?p=4574</guid>
		<description><![CDATA[A madeira é um material renovável que contribui positivamente para a conservação ambiental e estabilidade do clima, pelo facto de ser um captador e reservatório natural do principal gás com efeito de estufa &#8211; o dióxido de carbono. Adicionalmente, a madeira requer muito pouca energia para a sua transformação em produtos finais, tem um bom [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A madeira é um material renovável que contribui positivamente para a conservação ambiental e estabilidade do clima, pelo facto de ser um captador e reservatório natural do principal gás com efeito de estufa &#8211; o dióxido de carbono. Adicionalmente, a madeira requer muito pouca energia para a sua transformação em produtos finais, tem um bom desempenho térmico e estrutural, é reciclável e reutilizável.</p>
<p>A utilização em larga escala da madeira em objetos de longo período de vida útil, como por exemplo a construção, e na condição de ter origem em florestas certificadas e sustentadas, contribui para a eliminação do dióxido de carbono ao mesmo tempo que evita a utilização de outros materiais, altamente consumidores de energia na sua fabricação e, consequentemente, emissores brutos de dióxido carbono para a atmosfera.</p>
<p>Resultante de uma prodigiosa atividade vital, a madeira reflete os &#8220;mistérios&#8221; biológicos que determinam a sua formação e sintetiza todas as singularidades que personalizam os indivíduos e, maravilhosamente, os identificam. É, por isso, um material imprevisível, surpreendente, vivo, mutável, quente e muito agradável para os sentidos.</p>
<p><em>O processo de preparação:</em></p>
<p>Antes de estar pronta a usar em mobiliário ou carpintaria a madeira passa por vários processos de preparação.</p>
<p>Depois de serrada na floresta é transportada em troncos para as serrações, nas quais, entram em charriots (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=tpoqb1DZHA8">https://www.youtube.com/watch?v=tpoqb1DZHA8</a>). que os descascam e serram na longitudinal, transformando-a em tábuas e tabuões. Escolhidas as melhores tábuas, a madeira segue depois para centros de secagem. Os resíduos da descasca e da otimização seguem para ser usados como fonte de energia ou para fabricação de aglomerados.</p>
<p>A secagem é um processo complexo. Tem início no momento da colheita arbórea quando os teores de humidade são da ordem dos 100%. Para compreender o mecanismo da secagem da madeira é necessário conhecer as duas formas como a água se distribui no interior do tronco acabado de serrar:</p>
<p>&#8211; água livre: aquela que preenche o vazio das células vegetais. Tem essa designação porque não está ligada à madeira nem física, nem quimicamente.</p>
<p>&#8211; água de ligação: aquela que se encontra no interior das paredes celulares, formando pontes de hidrogénio com os polímeros naturais que a constituem.</p>
<p>A água livre vai-se escoando para o meio ambiente, até que a madeira atinge o ponto de saturação, momento em que o lúmen das células fica completamente vazio, deixando a madeira com 25 a 30% de humidade.</p>
<p>A posterior secagem, natural ou forçada, visa atingir o equilíbrio de humidade com o ambiente onde ela se encontra. Abaixo do ponto de saturação das fibras, a extração de água por processos mecânicos pode atingir, se assim se desejar, até 0% de humidade.  Na realidade tal nunca acontece, a não ser por acidente, dado que basta a madeira ser colocada ao ar ambiente para que atinja imediatamente o equilíbrio, podendo inchar até atingir a saturação das fibras. Uma peça de madeira colocada num ambiente de 60% de humidade relativa atinge rapidamente uma humidade que ronda os 12%.</p>
<p>Os processos de secagem da madeira são dois: artificial e natural. Este último melhor, contudo, mais caro, dado que exige grandes espaços de armazenagem e pode tardar meses a estar pronta a ser usada. A secagem artificial é mais precisa e mais rápida. Esta é feita em câmaras fechadas e ventiladas com temperatura e humidade controladas, extraindo-se a humidade da madeira até à humidade de equilíbrio que se prevê ser a necessária para uso posterior em mobiliário e carpintaria. Em Portugal, varia aproximadamente entre 8 e 12%.</p>
<p>A madeira e a folha de madeira são sensíveis ao meio ambiente, nomeadamente à radiação solar, à chuva, ao calor e ao frio.</p>
<p>Sobre esta característica falaremos no próximo artigo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira-bela-natural-prodigiosa-imprevisivel-e-calida-ambientalmente-sustentavel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Paixão pela madeira&#8230;  Economia, medidas orçamentais urgentes e necessárias para 2020</title>
		<link>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira-a-madeira-e-os-seus-derivados-2/</link>
		<comments>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira-a-madeira-e-os-seus-derivados-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 11:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos publicados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lusoverniz.pt/?p=4571</guid>
		<description><![CDATA[Como é habitual, no início de cada novo ano, interrompo a série de artigos que estou a escrever para elaborar, partilhar ideias e perceções sobre Economia, concretamente relacionadas com os agentes económicos que vivem direta ou indiretamente do Setor da Madeira e do Mobiliário. Estruturalmente, a nossa economia, sofre de momento de alguns constrangimentos, nomeadamente, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como é habitual, no início de cada novo ano, interrompo a série de artigos que estou a escrever para elaborar, partilhar ideias e perceções sobre Economia, concretamente relacionadas com os agentes económicos que vivem direta ou indiretamente do Setor da Madeira e do Mobiliário.</p>
<p>Estruturalmente, a nossa economia, sofre de momento de alguns constrangimentos, nomeadamente, o <u>financiamento às PME</u>. Estas são os mais importantes agentes económicos da nossa economia, as que mais empregam e, não menos importante, as que mais podem acelerar as tão necessárias exportações.</p>
<p>Acontece que a banca, genericamente, não possui um conhecimento profundo dos negócios das PME, revelando lacunas no que concerne ao funcionamento e, consequentemente, as necessidades reais de financiamento das PME. Por esta razão, não raramente, falham no apoio financeiro atempado e adequado às suas necessidades. Seria importante aprofundar esta situação, permitindo financiar mais eficaz e adequadamente as nossas empresas.</p>
<p>O nosso <u>sistema de ensino</u> enfrenta inegáveis desafios. Num tempo em que a aprendizagem está à distância de um click e o percurso académico sobrevive a uma desvalorização e desatualização constante, vivemos uma desadequação do ensino formal/ académico à realidade das empresas. A transferência de conhecimento do sistema educativo para as empresas não flui. A chamada “co-geração” do conhecimento, que passa por colocar as escolas, as universidades e os politécnicos a colaborarem em conjunto na formação dos profissionais em ambiente laboral, tarda a acontecer em pleno. Este conceito há muito é defendido por várias individualidades, como por exemplo, o atual reitor da universidade de Aveiro ou o ex-secretário de Estado da inovação, Carlos Oliveira. Será, em conformidade, necessário criar legislação que impulsione escolas secundárias, universidades e politécnicos a afetar uma parte significativa dos seus recursos financeiros e humanos na promoção do ensino e da formação profissional nos locais de trabalho. Nas empresas será possível colocar alunos e professores a trabalhar durante uma parte significativa do curso, aprendendo e, em simultâneo, ensinando boas práticas. Muitas PME estão seguramente disponíveis para tal e possuem condições e instalações apropriadas para o efeito.</p>
<p>Adicionalmente, a atual <u>falta de mão de obra</u> em variados setores da economia nacional, bem como com a canibalização da mão de obra existente entre empresas nacionais e multinacionais, constitui um grave problema no contexto de pequenas e médias empresas, que pode pôr em risco a base da estrutura empresarial.</p>
<p>Somos um dos países mais pobres da economia europeia… Simultaneamente, somos um país envelhecido, cujos índices de natalidade estão perigosamente baixos. As políticas de incentivo à natalidade são necessárias, contudo, não resolvem o problema no imediato. Urge haver mão de obra disponível e adequada. Portugal terá nos próximos 20 anos, necessidade de 1 milhão de novos profissionais (50.000 trabalhadores por ano), o que só será possível existindo uma tomada de medidas que facilitem e agilizem a fixação de pessoas convenientemente qualificadas.</p>
<p>Verifica-se, ainda, que <u>o ambiente em Portugal é hostil para os empresários</u>. É necessário tornar o nosso contexto num espaço atrativo para os atuais e para os empreendedores vindouros, uma vez que nas atuais condições poucos serão os empreendedores que desejam, ou que arriscam, ser empresários. Num curto espaço de tempo, ficaremos sem empresários portugueses…</p>
<p>Sem novos empresários, não existirão PME, não existirão empregos portugueses, nem pessoas com a camisola portuguesa vestida no mundo empresarial. As empresas serão estrangeiras… serão grandes, mas, na realidade, não precisarão de Portugal em particular&#8230;</p>
<p>Enquanto isso, a mão de obra qualificada fica cá temporariamente, ou seja, permanece em Portugal somente até encontrar uma melhor oportunidade internacional. A economia portuguesa ficará ainda mais dependente dos estrangeiros e do seu poder. Já perdemos as comunicações, já perdemos a elétrica, já perdemos a banca…  Queremos também perder o pouco poder que temos através das nossas PME, da sua agilidade, do seu empenho, do seu otimismo e empreendedorismo, mesmo nos momentos mais difíceis como aquele que passámos durante a tróika?</p>
<p>Será, pois, premente o Estado promover programas segmentados para a criação de empresas e empresários. Programas que comuniquem e incentivem a atividade empresarial como algo bom, honesto, viável e atingível!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A todos, desejo um bom ano de 2020!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira-a-madeira-e-os-seus-derivados-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Paixão pela madeira&#8230; A madeira e os seus derivados</title>
		<link>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira-a-madeira-e-os-seus-derivados/</link>
		<comments>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira-a-madeira-e-os-seus-derivados/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 10:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos publicados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lusoverniz.pt/?p=4569</guid>
		<description><![CDATA[A sustentabilidade do planeta depende de uma gestão otimizada dos seus recursos. Neste particular, o aproveitamento integral da madeira que a humanidade explora desde o seu aparecimento é absolutamente determinante. É sabido que as árvores têm a capacidade extraordinária de, através da fotossíntese, capturar e decompor o CO2 da atmosfera, libertando oxigénio e retendo carbono [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A sustentabilidade do planeta depende de uma gestão otimizada dos seus recursos. Neste particular, o aproveitamento integral da madeira que a humanidade explora desde o seu aparecimento é absolutamente determinante.</p>
<p>É sabido que as árvores têm a capacidade extraordinária de, através da fotossíntese, capturar e decompor o CO<sub>2</sub> da atmosfera, libertando oxigénio e retendo carbono (que é o principal componente da madeira). As árvores são, por isso, um elemento fundamental para a vida, tal como a conhecemos.</p>
<p>No entanto, o que é, provavelmente, menos conhecido é que essa capacidade de retenção do CO<sub>2 </sub>e de libertação de oxigénio se reduz e praticamente termina quando as árvores atingem a sua maturidade e deixam de crescer. Nesse momento, a boa gestão ambiental aconselha a substituição das árvores maduras por árvores jovens, em pleno crescimento, por um lado renovando a capacidade de fotossíntese das florestas e, por outro, impedindo o apodrecimento da madeira velha e a libertação de CO<sub>2</sub> que esse processo provocaria.</p>
<p>E, enquanto uma boa parte da madeira assim recolhida pode e deve ser utilizada na carpintaria e marcenaria, os ramos e outras partes menos utilizáveis das árvores, bem como os próprios desperdícios da carpintaria, transformados em estilha e serrim, podem ser utilizados para produzir aglomerado de partículas de madeira, vulgarmente chamado aglomerado de madeira, que, por sua vez, vai servir para fabricar mobiliário. Este ciclo, normalmente chamado o “ciclo virtuoso da madeira”, é completado quando o mobiliário em fim de vida for, por sua vez, reciclado e a madeira nele contida for reutilizada para produzir novo aglomerado. E assim por diante…</p>
<p>Este ciclo virtuoso da madeira, comportando aspetos ligados à renovação, reciclagem e reutilização, representa bem os chamados três pilares da sustentabilidade (ambiental, económico e social) e é, por isso, um excelente exemplo de como um produto inventado pelo Homem (o aglomerado de madeira) contribui, de forma decisiva, para a sustentabilidade do planeta.</p>
<p>O caso do aglomerado de madeira aqui descrito é, provavelmente, o mais evidente e paradigmático da importância dos chamados derivados de madeira (aglomerado de partículas, MDF, OSB, waferboard, etc.) para a sustentabilidade.</p>
<p>Este produto, inventado no início dos anos 50 do século passado para substituir o contraplacado, é normalmente constituído por três camadas de partículas de madeira &#8211; uma camada interior de partículas grossas e as duas camadas exteriores de partículas muito finas – aglutinadas por uma cola. Esta estrutura dá às placas de aglomerado de madeira uma grande resistência mecânica, conferida essencialmente pelas partículas interiores de maior dimensão, ao passo que a sua superfície muito fina permite um acabamento muito suave, adequado à aplicação de vários tipos de revestimentos, para utilização em mobiliário e em algumas aplicações construtivas.</p>
<p>O MDF (Medium Density Fibreboard), ou aglomerado de densidade média, é outro caso de sucesso no domínio dos derivados de madeira. Inventado em 1960, é, fundamentalmente, constituído por placas de fibras de madeira aglutinadas por uma cola através de um processo contínuo de prensagem a quente. É, em geral, um produto com menor resistência mecânica que o aglomerado de partículas de madeira, mas muito mais homogéneo e, por isso, mais adequado para a produção de peças de mobiliário ou de carpintaria com maquinagem a três dimensões, como é o caso das molduras. A sua superfície muito fina permite um excelente acabamento, pelo que é um suporte habitual para acabamentos por pintura e lacagem em aplicações no mobiliário.</p>
<p>O OSB (Oriented Strand Board) é um tipo especial de aglomerado de madeira, constituído por partículas bastante maiores, finas, mas muito longas (“strands”), dispostas em três camadas perpendicularmente umas em relação às outras, o que dá ao material uma resistência mecânica muito significativa. Por essa razão, o OSB é especialmente usado na construção, embora a sua superfície relativamente grosseira, porém com uma forte personalidade de madeira seja muito apreciada para aplicações na arquitectura, depois de simplesmente protegida com verniz transparente.</p>
<p>Estes são apenas alguns exemplos de produtos com origem na madeira e que complementam, de forma excelente, a sua importância muito relevante na proteção e sustentabilidade do ambiente para nós e para as gerações vindouras. Estes são, também, uma parte significativa dos materiais que constituem os móveis e a carpintaria que se fabrica na atualidade.</p>
<p>Continua no próximo artigo…</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lusoverniz.pt/paixao-pela-madeira-a-madeira-e-os-seus-derivados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
