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	<title>Grupo Lusoverniz &#187; Atualidades</title>
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	<description>Tintas e Vernizes Tecnológicos</description>
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		<title>A propósito de Inovação&#8230;  Modernizar a formação dos profissionais portugueses Parte III</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 08:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Verifico com muito agrado que as preocupações que demonstrei, ao longo dos meus últimos artigos, são coincidentes com algumas das manifestadas pelas autoridades governamentais, nomeadamente, ao nível do Ministério da Educação. Nas últimas semanas, também as televisões, algumas com pasmo meu, em horário nobre, trouxeram a lume a discussão sobre o tema. Uma discussão ainda muito impregnada dos velhos paradigmas, na qual, reitores e profissionais do ensino superior e do secundário dirimiram argumentos a meu ver ainda muito enquistados numa cultura do passado que urge mudar.Todavia, começo a ter esperança quando vejo publicados artigos sobre declarações de intenções de altos responsáveis educativos. Transcrevo- “Foram muitos anos [a trabalhar] sobre um paradigma e as escolas vão ter de mudar de `chip`. É outra forma de trabalhar. Esta educação inclusiva abrange qualquer aluno da escola, não têm de ser miúdos com dificuldades de aprendizagem. Qualquer aluno está no âmbito da educação inclusiva, que não é uma área só da educação especial, mas de todos os professores&#8221;, disse à Lusa Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP). A principal mudança que o diploma impõe é &#8220;de mentalidades&#8221;, ao trazer os alunos com necessidades educativas especiais mais para o contexto de sala de aula, &#8220;junto dos seus pares&#8221;, mas também por olhar mais para os alunos nas franjas, e não só para o aluno médio. &#8220;A escola pública deverá fazer mais pelos alunos que reúnem qualidades excecionais de aprendizagem, que querem muito mais do que aquilo que se ensina na escola. Este diploma prevê isso e as escolas têm de estar preparadas para alunos acima da média. As escolas devem ser obrigadas a inclui-los, porque para muitos deles a escola pode ser `uma seca`. Estes alunos têm de ser espicaçados e motivados. Neste diploma há também a preocupação de trabalhar com estes alunos com os quais, nós, na escola pública normalmente não temos tanto cuidado. Trabalhamos mais com o aluno médio&#8221;, disse.Não posso deixar de referir alguns factos da atualidade que talvez possam ajudar a continuar a quebrar paradigmas. Paradigma 1: Bom e dignificante é ingressar no ensino secundário, pela via que tem o pomposo nome de <u>Cursos</u><u> Científico-Humanísticos. </u>Ensino profissional? Só se for obrigado!!! O nome do tipo de ensino, “profissional” e a forma como ele é descrito, desanima qualquer um que não conheça a realidade de forma um pouco mais esclarecida.Quase todos os pais estão convencidos que os filhos, ao enveredarem pelo ensino profissional, não têm os mesmos direitos de acesso ao ensino superior que aqueles que enveredam por outras vias. Não devemos esquecer que, uma larga maioria deles estão legitimamente convencidos que os seus filhos são inteligentes, logo, com capacidades para virem a ser engenheiros, doutores ou cientistas&#8230;Os que tenham dúvidas na escolha, ficam ainda com maiores dúvidas se consultarem fontes públicas que cito seguidamente:<em>“ </em><u>Os cursos científico-humanísticos </u>constituem uma oferta educativa vocacionada para o prosseguimento de estudos de nível superior. Destinam-se a alunos que tenham concluído o 9.º ano de escolaridade ou equivalente. Têm a duração de 3 anos letivos, correspondentes aos 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade, e conferem um diploma de conclusão do Ensino Secundário (12º ano).<u>Os Cursos Profissionais,</u> caracterizados por uma forte ligação com o mundo profissional, constituem uma oferta educativa vocacionada para o desenvolvimento de competências para o exercício de uma profissão, em articulação com o setor empresarial local. São habitualmente apontados como mais apropriados para estudantes que procurem um ensino mais prático e voltado para o mercado de trabalho, não excluindo, por outro lado, a hipótese do prosseguimento de estudos.” Não oferece qualquer tipo de dúvida que os cursos cientifico-humanísticos são apresentados com maior pompa e circunstância. Perante esta descrição, à partida, poucos serão os pais que se revêm na possibilidade de enviar os seus filhos para os cursos profissionais.Que são apresentados, logo à partida, como formação de “segunda categoria”. O resultado: as empresas, instituições que garantem a riqueza do país e a sua sustentabilidade e que empregam profissionais, desesperam à espera que este enfadonho paradigma mude. Entretanto, o país perde competitividade e sustentabilidade. Os ex-alunos que, depois da escolaridade obrigatória, chegam às organizações, estão insuficientemente preparados, faltando-lhes conhecimento concreto e prática sobre uma qualquer profissão de cariz mais específico. Esta lacuna traduz-se num real e significativo custo para os empresários que são obrigados a realizar todo um trabalho que deveria ter acontecido durante a escolaridade obrigatória, num sistema de ensino que se necessita estruturado, emancipado de conceitos desadequados da realidade e voltados para o passado, ou seja, um sistema de ensino inovador…</p>
<p>Continua&#8230;</p>
<h4></h4>
<p><u> </u></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A propósito de Inovação&#8230; Modernizar a formação dos profissionais portugueses &#8211; Parte II</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2018 08:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[No que se refere aos caminhos apontados no meu último artigo, a propósito do ensino e preparação dos profissionais portugueses, deixo aqui, com toda a humildade, algumas sugestões que resultam da experiência que tenho vivido e das necessidades que tenho sentido relativamente à formação contínua e à requalificação, no âmbito da minha empresa e no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No que se refere aos caminhos apontados no meu último artigo, a propósito do ensino e preparação dos profissionais portugueses, deixo aqui, com toda a humildade, algumas sugestões que resultam da experiência que tenho vivido e das necessidades que tenho sentido relativamente à formação contínua e à requalificação, no âmbito da minha empresa e no desenrolar da sua atividade. Excetuando uma “meia dúzia” de produtos e serviços é, atualmente, impossível antever em mais de 2 anos as dinâmicas de mercado. É sabido, no entanto, que a velocidade de resposta exigida é crescente e varia diariamente. O uso das novas tecnologias, a eficácia no trabalho, a eficiência comercial, fabril, logística, financeira, etc. são determinantes para que ela seja dada com a rapidez necessária.</p>
<p>Esta proficiência exige uma ampla e multidisciplinar formação nas mais variadas áreas do conhecimento, sendo transversal o das tecnologias de comunicação.</p>
<p>Por acreditar que uma organização que aprende e partilha conhecimento é uma organização que gera autoconfiança coletiva, tendendo, dessa forma, a perpetuar-se, insisto diariamente com os colaboradores para realizarem formação pertinente.</p>
<p>Para lá da formação habitual em sistemas produtivos e uso de máquinas, bem como no incremento do conhecimento técnico, a formação integral e multidisciplinar é absolutamente crucial para que a empresa possa manter a sua capacidade de resposta ao mercado.</p>
<p>Na área das <u>competências de comunicação </u>&#8211; referidas no artigo anterior e responsáveis pelo efeito regulador da dinâmica das equipas, bem como da adequada e assertiva dinâmica da resposta ao cliente &#8211; em particular a liderança, a negociação, a arte de comunicar, a gestão do tempo, os comportamentos “lean” e a gestão racional, essencial na formação e tomada de decisão, são indispensáveis nos dias de hoje. Apesar da sua incontestável pertinência, nem sempre se encontram nos profissionais que o mercado disponibiliza.</p>
<p>Não raro o profissional apresenta falhas em componentes como a autodisciplina, a humildade ou o empenho ou, mesmo, na capacidade de dar a si próprio a oportunidade de experimentar e sentir os efeitos benéficos da aquisição de conhecimentos continuados, da prática de atividade física, da aprendizagem através do erro, do interacção com colegas e amigos, do intercâmbio de conhecimento e da retenção deste conhecimento (sendo que a falta de capacidade de memorização é uma realidade preocupante).</p>
<p>Questiono se para tal não terá contribuído o facto do sistema educativo no seu todo &#8211; escolas, famílias, sistema religioso e sociedade em geral- se ter tornado excessivamente tolerante e pouco exigente na educação dos seus membros.</p>
<p>Perceciona-se que em casa e na escola, pais e professores têm vindo a perder autoridade.</p>
<p>Tem, simultaneamente, vindo a ganhar uma enorme força a chamada “educação pela positiva” que aponta para uma constante e crescente valorização da autoestima do indivíduo, em detrimento de uma educação mais severa que condenava e punia o erro alertando o individuo para a importância de os evitar. Contudo, será este constante foco na hipervalorização da autoestima do individuo a melhor, ou única, opção para formar o futuro profissional?</p>
<p>Deparamo-nos com uma vida profissional cada vez mais acelerada, repleta de contrariedades e desafios complexos que exigem de forma crescente estratégias de resolução coletivas assentes em trabalho de equipa e, consequentemente, na capacidade de partilhar e juntar o conhecimento de cada um, em prol de um objetivo maior que é o de resolver bem e com proficiência os problemas e os desafios que vão surgindo.</p>
<p>O hábito de comunicar por sms, Facebook e WhatsApp, Twitter entre outras redes sociais, é realmente muito útil. Todavia, contribui para acentuar a ausência de contacto pessoal entre os indivíduos. Toda a comunicação não verbal, o toque, o cheiro, o olhar deixaram, em grande medida, de fazer parte do sistema de comunicação, levando a uma incontornável diminuição dos afetos, da proximidade e da perceção do potencial do outro e, consequentemente, à diminuição da a vontade de partilhar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É, neste contexto, minha convicção que, de forma transversal, o ensino médio e superior, deveria, há muito, ter passado a incorporar nos seus planos de curso o ensino de Competências de Comunicação…</p>
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		<title>A propósito de Inovação&#8230; Modernizar a formação dos profissionais portugueses</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 11:45:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos quanto militamos no mundo profissional privado, nos queixamos, há alguns anos a esta parte, da falta de bons e adequados profissionais. No momento atul, a realidade é ainda mais preocupante: falta, nos diversos setores industriais e comerciais, muita mão de obra especializada, seja ela bem ou mal preparada&#8230; Simplesmente, “não há gente para trabalhar” queixam-se os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span class="s6"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Todos quanto militamos no mundo profissional privado, nos queixamos, há alguns anos a esta parte, da falta de bons e adequados profissionais.</span></span></p>
<p><span class="s6"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">No momento atul, a realidade é ainda mais preocupante: falta, nos diversos setores industriais e comerciais, muita mão de obra especializada, seja ela bem ou mal preparada&#8230;</span></span></p>
<p><span class="s6"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Simplesmente, “não há gente para trabalhar” queixam-se os empresários. </span></span></p>
<p><span class="s6"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Quando analisado o desemprego jovem, estranhamente fala-se em 7,2% de taxa de desemprego no final deste primeiro trimestre. No caso concreto dos jovens graduados, essa taxa sobe para mais de 17%.</span></span></p>
<p><span class="s6"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Existem cerca de 44 000 jovens licenciados sem trabalho. Os</span></span><span class="s7"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #262f26;"> jovens que entram nesta categoria nem estão a estudar, nem em qualquer outro tipo de ação de formação, e não tiveram ainda atividade remunerada, independentemente de a terem procurado ou não. Os dados do INE mostram que no total, a maioria dos jovens “nem-nem” são desempregados (perto de 60%), mas ainda há cerca de 40% que são inativos, isto é, que não têm trabalho e nem o procuraram.</span></span></p>
<p><span class="s8"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #262f26;">Porque é que isto acontece?</span></span><span class="s7"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #262f26;"> </span></span></p>
<p><span class="s7"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #262f26;">Dizem os especialistas que: “Tem sobretudo que ver com as qualificações em causa. Muitas vezes a formação que as pessoas têm não corresponde à procura”. “Qualquer pessoa desempregada, ou que não está em formação, está-se a desqualificar”. “Há uma desvalorização do capital humano.” </span></span></p>
<p><span class="s7"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #262f26;">“É muito preocupante porque é um fator produtivo potencial, que está na altura das suas maiores capacidades e que não está a ser aproveitado.”</span></span></p>
<p><span class="s7"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #262f26;">Na minha opinião de empresário, a causa deste problema está no enorme hiato que existe entre as qualificações que o mercado procura, que necessita e que vai necessitar nos próximos anos e a formação que as escolas secundárias e as universidades proporcionam. Falta coragem política para mudar esta realidade que tanto afeta o crescimento da economia e que tanto prejudica a criação de sustentabilidade económica das empresas.</span></span></p>
<p><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Recentemente, assisti a uma conferência sobre educação em Portugal, proferida por um ex-reitor de uma importante universidade portuguesa que afirmou ter sido sempre contra esta nova moda dos mestrados integrados e a favor das licenciaturas de três anos preconizadas por Bolonha.</span></span></p>
<p><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Cito: “São um desperdício os dois anos em que os alunos investem no mestrado, quando na atualidade não se conhecem mais de 50% das profissões que vão existir nos próximos cinco anos. A realidade atual indica que os profissionais de educação, nomeadamente os graduados, precisam de se habituar à ideia de que a formação ao longo da vida é absolutamente essencial para todos e também para eles. A formação integral e multidisciplinar do cidadão com novas competências dos graduados é essencial, nomeadamente as de </span></span><span class="s11"><u><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">comunicação </span></u></span><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">(liderança, trabalho em equipa, respeito mútuo e arte de comunicar), as de </span></span><span class="s11"><u><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">consciência cívica</span></u></span><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">, (profissionalismo, serviço público, compromisso social e cidadania global), as de </span></span><span class="s11"><u><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">criatividade</span></u></span><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">, (empreendedorismo, inovação e síntese interdisciplinar), as de caráter, (comportamento ético, integridade e caráter moral). A autodisciplina, conhecimento disciplinar profundo, aprendizagem ao longo da vida, são atitudes também elas essenciais nos profissionais atuais.”</span></span></p>
<p><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Apontou caminhos que volto a citar:</span></span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">“- Continuar a investir na educação fazendo dela um desígnio nacional;</span></span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">&#8211; Investir fortemente na formação inicial de professores, bem como, na sua formação ao longo da vida;</span></span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">&#8211; Dignificar as carreiras docentes e aumentar a sua exigência;</span></span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">&#8211; Investir, valorizar e melhorar o reconhecimento social da formação vocacional/profissional, (cursos profissionais e técnico-profissionais superiores)</span></span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">&#8211; Reorganizar o ensino superior;</span></span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">&#8211; Flexibilizar o ensino superior de modo a acompanhar as mudanças ao nível do mercado de emprego</span></span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">&#8211; Investir na formação dos adultos;</span></span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">&#8211; Formar e investir na formação ao longo da vida incluindo a re-orientação profissional.”</span></span></p>
<p><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Confesso que estou absolutamente de acordo com o que ouvi. Fico na esperança que esta mensagem, tão lúcida e tão absolutamente definidora e clara sobre o que é necessário fazer urgentemente, possa chegar aos responsáveis do sistema educativo, fazer eco e servir de manual de implementação.</span></span></p>
<p><span class="s10"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Entendo, também, que este é um desígnio de todos nós cidadãos, nomeadamente a comunidade empresarial e por essa razão passo a mensagem&#8230;</span></span></p>
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		<title>A propósito de Inovação&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jun 2018 11:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[MKT LUSOVERNIZ]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estive, recentemente, no belíssimo Museu da Vista Alegre em Ílhavo, numa conferência sobre Inovação, promovida por uma prestigiada instituição bancária espanhola que atua em Portugal e moderada por um conhecido Jornal Português ligado ao mundo dos negócios. Nesta conferência, que teve como orador principal Carlos Moedas &#8211; comissário europeu da Investigação, Ciência e Inovação &#8211; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estive, recentemente, no belíssimo Museu da Vista Alegre em Ílhavo, numa conferência sobre Inovação, promovida por uma prestigiada instituição bancária espanhola que atua em Portugal e moderada por um conhecido Jornal Português ligado ao mundo dos negócios.</p>
<p>Nesta conferência, que teve como orador principal Carlos Moedas &#8211; comissário europeu da Investigação, Ciência e Inovação &#8211; falou-se muito de Inovação numa perspetiva interessante, sobretudo para aqueles empresários que, hoje, se preocupam em planear as suas empresas, pelo menos para os próximos 5 anos.</p>
<p>Porque gostei de lá estar e porque considero ter tirado partido do que lá ouvi dizer a vários oradores de prestígio, partilho com os leitores habituais dos meus artigos algumas notas que fui tomando.</p>
<p>A sala estava repleta. Falou em primeiro lugar, o comissário Carlos Moedas para dizer que muitos políticos em muitos países ainda não perceberam a importância da Inovação, apesar de se tratar da primeira e principal alavanca para o crescimento económico. “Muitos dos primeiros-ministros e chefes de Estado nem sequer falam em inovação” refere e adverte que é necessário mudar de paradigma e dar relevo a esta área nas estruturas dos governos.</p>
<p>Dado o exponencial desenvolvimento que a inteligência artificial, nomeadamente o “machine learning”, vai impulsionar, considera Carlos Moedas que não imaginamos, hoje, quais serão as profissões do futuro, somente que vão estar algures entre as várias disciplinas do conhecimento.</p>
<p>“É, pois, natural que os vossos filhos tirem Engenharia Civil e vão trabalhar numa área completamente diferente, mas vão contribuir para essa área de uma forma mais eficiente, outros tirarão direito e vão trabalhar em ciência porque isso também vai contribuir para a ciência.” afirma e continua&#8230;</p>
<p>“Acho que o tempo das profissões muito verticais e delineadas acabou. Recentemente, visitei uma universidade nos Estados Unidos em que os alunos escolhem quais as disciplinas que querem aprender&#8230; Por exemplo, escolhem música e física e a universidade faz-lhes um curso superior de música e de física.</p>
<p>É interessante notar que muitos dos maiores físicos atuais são também músicos”.</p>
<p>É a multidisciplinaridade de conhecimento que vai efetivamente ser necessária nos profissionais do futuro, pelo que alerta para a rápida mudança de paradigma que tem que ser abraçada pelo sistema educacional, uma vez que este continua a resistir na sua adaptação às mudanças que são necessárias.</p>
<p>“Tenho ido muito à Finlândia, que está a fazer uma grande experiencia na educação que acho que vale a pena acompanhar” diz.</p>
<p>Os Finlandeses já têm o melhor ensino secundário da europa e decidiram agora que metade das disciplinas do ensino secundário não têm que ser ensinadas de forma tradicional.</p>
<p>Eles olham para um evento, por exemplo a Segunda Guerra Mundial e estudam, em torno desse evento, todas as disciplinas com ele relacionadas. Desta forma, áreas do conhecimento como a Geografia, a Sociologia, a Química e a Matemática são estudadas na sua relação com o acontecimento em causa, possibilitando que alunos, ainda muito novos, estudem bem essas disciplinas e as inter-relacionem a propósito do evento em estudo, permitindo-lhes começarem a sentir-se à vontade a navegar entre elas, (que naturalmente devem estar bem-sabidas), tirando daí novos conhecimentos que os levam a fazer novas descobertas.</p>
<p>“É importante libertarmo-nos daquilo que foram as nossas ideias do passado, considero que a interdisciplinaridade é fundamental e está provado, hoje, que isso é essencial para fazer inovação. As empresas precisam dessa diversidade de conhecimento que é fundamental para fazerem inovação” refere ainda.</p>
<p>Intuo, revisitando o que escrevi no meu artigo anterior, que o que Carlos Moedas pensa corresponde à realidade que vejo e antecipo.</p>
<p>Recordo uma frase do Eng.º Belmiro de Azevedo, que dizia:</p>
<p style="padding-left: 30px;">&#8211; o homem Sonae, é um individuo capaz de evoluir do seu estado de competência técnica para o estado de homem culto em geral.</p>
<p>Percecionam-se grandes semelhanças, em momentos muito diferentes do tempo e, sobretudo, em idades de aprendizagem também elas muito diferentes.</p>
<p>Tudo hoje é muito mais célere e tudo hoje começa muito mais cedo.</p>
<p>O tempo é de acelerada mudança, são sobretudo os mais instruídos que têm a obrigação de a perceber e de se posicionarem como os seus mais entusiastas impulsionadores&#8230;</p>
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		<title>UMA QUESTÃO DE INTUIÇÃO&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 11:59:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo tenho ouvido aos muitos especialistas nestes fenómenos do comportamento humano, parece ser um facto que a intuição é uma poderosa ferramenta dos empreendedores e consequentemente dos empresários.</p>
<p>No momento atual que atravessa a economia mundial, tão cheia de imprevisibilidade, pareceu-me oportuno tentar perceber até que ponto a intuição nos pode ajudar a melhor entender as decisões que tomamos no contexto em que atuamos, e de que forma tanta inovação num cenário onde a disrupção parece ser uma exigência permanente, afeta a nossa vida empresarial.</p>
<p>Em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia">psicologia</a>, <strong>intuição</strong> é um processo pelo qual os humanos passam involuntariamente, às vezes, para chegarem a uma conclusão sobre algo.</p>
<p>Na intuição, o raciocínio que se usa para chegar a uma conclusão é puramente inconsciente, facto que faz com que muitos acreditem que a intuição é um processo paranormal ou divino.</p>
<p>No seu funcionamento e até mesmo na sua existência, a intuição é um enigma para a ciência, apesar de já existirem muitas teorias sobre o assunto, nenhuma é dada ainda como definitiva. A intuição leva o sujeito a acreditar com determinação de que algo poderá acontecer.</p>
<p><u>A intuição consiste na capacidade de conhecer algo sem de facto entender o seu funcionamento</u>. Está fundamentada na noção inicial que temos sobre algo, noção esta que nasce da experiência sensorial e/ou de uma análise superficial das características que compõe determinado elemento. Tomando como base esta noção inicial, conseguimos entender de forma pouco esclarecida o significado de determinado elemento, dispondo-nos de imediato, a emitir juízos acerca do mesmo.</p>
<p>Exemplo: com uma leve análise de uma pedra encontrada no chão, um homem já consegue compreender, através dos seus sentidos, que se trata de um material resistente. Se lhe fosse perguntado se esse material se destruiria em contato com a água, diria que não, mesmo sem de facto saber o porquê do seu juízo. Possivelmente, ele conclui que se trata de um material resistente, por já ter descoberto, através de outras experiências, que materiais de consistência menos enrijecida costumam apresentar um caráter frágil. Além disso, talvez ele conclua, que o material não pode ser digerido pelo seu corpo, por notar que todos os outros materiais que ingere, são de consistência frágil e pouco rígida e que se diluem facilmente com o auxílio de seus dentes e de sua saliva. Ele poderia supor ainda que a pedra não foi criada por um ser humano, por notar a presença de pedras semelhantes em diversos cenários naturais e também porque nunca ouviu falar de seres humanos que empregaram tempo e energia na construção de pedras.</p>
<p>Este pacote de conhecimento feito de experiência é uma ferramenta usada para decidir e foi captado pelos sentidos, guardado na memória e utilizado quase automaticamente no dia-a-dia como forma de permitir ao homem entender o mundo que o cerca. Ele constitui uma forma de raciocínio, que permite alcançar conclusões, (resolver problemas de forma racional), de forma rápida.</p>
<p>A intuição é, com base nas explicações e conclusões anteriores, extremamente útil na “navegação à vista” a que os empresários estão sujeitos neste mar revolto de informação e contra &#8211; informação em que atuam no mundo globalizado de hoje.</p>
<p>Pelo sim pelo não, vale sempre a pena decidir mal do que não decidir, assim mesmo, antes de avançar com uma decisão baseada em pura intuição, vale sempre a pena aferir, se os objetivos imperativos estão corretamente definidos&#8230;</p>
<p>Não vá o diabo tecê-las&#8230;</p>
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